🇧🇷 Guia de Black Friday 2025: como o consumidor pode usar ferramentas de IA para comparar preços reais, blindar-se contra golpes e comprar com segurança
Como comparar preços, evitar golpes e usar a IA a seu favor
Por: Carlos Santos
A Black Friday se consolidou como um dos momentos mais importantes do calendário de consumo brasileiro. Contudo, a euforia dos descontos vem, historicamente, acompanhada pela frustração das chamadas "ofertas pela metade do dobro" e, pior, pelo risco real de golpes e fraudes digitais. Neste cenário, onde a tecnologia impulsiona tanto o comércio quanto as armadilhas, é crucial adotar uma postura de consumidor vigilante e estratégico. Por isso, eu, Carlos Santos, preparei este guia para ajudar você a navegar pelas ofertas de 2025, garantindo que a economia seja real e a segurança, máxima.
O segredo para um bom negócio não está apenas em achar um preço baixo, mas em validar sua autenticidade e segurança. Conforme um guia completo publicado pelo site Money Times, a inteligência artificial (IA) surge como uma aliada poderosa para decifrar a complexidade desse evento, transformando a maneira como pesquisamos e compramos. Vamos mergulhar nas táticas essenciais para que a sua Black Friday seja de fato vantajosa e segura.
🔎 Zoom na realidade
A Black Friday no Brasil se tornou uma maratona que vai muito além da sexta-feira oficial de ofertas. A realidade do consumidor em 2025 é marcada por um misto de alta expectativa e profundo ceticismo. Anos de promoções questionáveis, onde preços eram inflacionados semanas antes da data para simular descontos, criaram o consumidor hipervigilante de hoje. Este perfil não se contenta com o preço de capa; ele busca, de forma proativa, o histórico de preços.
A prática de monitoramento prévio, antes vista como um hábito de nicho, tornou-se uma necessidade generalizada. Ferramentas comparadoras de preços, como Buscapé e Zoom, que mantêm o registro da flutuação de valores ao longo do tempo, são cruciais para desmascarar a “maquiagem” nos preços. Amador Neto, especialista em segurança da informação, destaca que uma parcela significativa de consumidores (48,1%) já desistiu de uma compra por desconfiança do site ou aplicativo. Este dado reforça que o problema não é apenas a oferta falsa, mas a insegurança crescente no ambiente digital.
Além da desconfiança nas ofertas, há a sofisticação dos golpes. A inteligência artificial, que será tema central deste guia, é uma faca de dois gumes: enquanto auxilia o consumidor, ela também é usada por criminosos para criar sites clonados de altíssima fidelidade (phishing), anúncios falsos extremamente persuasivos e até vídeos de celebridades forjados (deepfakes) para promover fraudes.
O consumidor deve, portanto, encarar a Black Friday com uma mentalidade de investigação. Cada clique deve ser um ato consciente, e cada oferta imperdível deve ser tratada como um potencial risco até que se prove o contrário. É uma realidade onde a pressa é inimiga da perfeição e onde a transparência do vendedor e a verificação do consumidor andam lado a lado.
📊 Panorama em números
A despeito do ceticismo, a Black Friday 2025 projeta um volume recorde de vendas, refletindo o apetite do consumidor brasileiro por boas oportunidades.
De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas para a Black Friday devem movimentar um volume recorde de 5,4 bilhões de unidades monetárias, o maior já registrado na série histórica. Este resultado representa uma expansão de 2,4% em relação ao ano anterior.
Alguns dados-chave sobre o panorama de 2025:
Projeção de Vendas: O faturamento total do e-commerce para o período promocional pode chegar a 11 bilhões de unidades monetárias, conforme estimativa da Neotrust para o intervalo que antecede a data oficial.
Categorias em Destaque: Os segmentos que devem concentrar a maior parte das vendas, segundo a CNC, são:
Hipermercados e Supermercados: 1,32 bilhão
Eletroeletrônicos e Utilidades Domésticas: 1,24 bilhão
Móveis e Eletrodomésticos: 1,15 bilhão
Intenção de Uso da IA: A tecnologia está definitivamente na agenda do consumidor. Uma pesquisa mostra que 54% dos brasileiros pretendem usar a Inteligência Artificial para comparar preços.
Fonte: Projeções da CNC indicam que, mesmo em um cenário de cautela econômica e endividamento das famílias, o evento ainda é impulsionado por um mercado de trabalho mais favorável e o aumento da massa real de rendimentos, que avançou 5,5% no segundo trimestre do ano anterior, segundo o IBGE.
O panorama revela uma Black Friday robusta em termos de volume, mas com um consumidor que demonstra ser mais racional e seletivo. Segundo a AtlasIntel, quase metade dos compradores (45,8%) destina um valor entre 201 e 500 unidades monetárias para as compras, um indicativo de que o evento é focado em itens de consumo prático ou eletrônicos de menor porte. A transparência e a prova de histórico de preços são, portanto, fatores decisivos para conquistar este consumidor mais cauteloso.
💬 O que dizem por aí
A Black Friday de 2025 não é apenas sobre compras; é sobre uma disputa tecnológica entre varejistas, golpistas e o próprio consumidor. As opiniões e análises especializadas convergem para um ponto: o uso estratégico da tecnologia é o diferencial entre o sucesso e a frustração.
Sobre o Consumidor Vigilante:
O Reclame Aqui aponta que 76% dos consumidores chegam à data inseguros e com medo de serem enganados por ofertas falsas. Esta insegurança é justificada, pois problemas como "atraso na entrega" (25,29%) e "produto não recebido" (12,62%) estão historicamente no topo do ranking de reclamações. A Folha de São Paulo reporta que a preocupação com fraudes cresceu, especialmente com o uso da IA para gerar ofertas mais críveis.
Sobre a Ação dos Golpistas:
Os especialistas em segurança alertam que a IA conferiu aos criminosos uma capacidade de criação de fraudes que antes era impensável. A ABBC (Associação Brasileira de Bancos) listou os principais golpes da temporada, que exploram o senso de urgência, como:
Golpe da promoção com temporizador: Ofertas agressivas com contagem regressiva para induzir a compra por impulso.
Celebridades falsas com IA: Uso de deepfakes para simular voz e aparência de artistas em anúncios fraudulentos.
Sites clonados (Phishing): Páginas idênticas às lojas oficiais, mas desenvolvidas para roubar dados.
Opinião do Especialista: Um especialista entrevistado pela Veja ressalta o erro comum das vítimas: ignorar o próprio instinto. A sensação de que "algo está estranho" é frequentemente o primeiro sinal de alerta de um golpe. O combate a essas fraudes não é mais manual; ele se tornou uma "disputa tecnológica", onde a proteção depende de ferramentas avançadas.
Sobre o Poder da IA para o Varejo:
Para o lado do comércio, a IA é uma ferramenta de otimização de receita. O Startupi menciona que a IA já aumenta a receita em até 40% na Black Friday para as empresas. Isso ocorre através de:
Atendimento automatizado: Chatbots 24 horas que escalam o suporte e reduzem a sobrecarga.
Segmentação avançada: Ofertas hiperpersonalizadas baseadas em padrões de comportamento do cliente.
Precificação dinâmica: Ajustes de preço em tempo real para reagir à concorrência, aumentando a conversão.
O que se diz por aí, em resumo, é que a Black Friday de 2025 é o ano da maturidade digital. O consumidor deve usar a tecnologia defensivamente, enquanto os varejistas a usam ofensivamente para maximizar vendas.
🧭 Caminhos possíveis
Para ter sucesso na Black Friday, é fundamental traçar uma rota clara, que combine prudência tradicional com o uso inteligente de novas tecnologias. Apresento aqui os caminhos possíveis para maximizar a economia e, mais importante, garantir a segurança.
1. Verificação Histórica e Alerta Inteligente
O primeiro passo é neutralizar o golpe do "metade do dobro". Para isso, utilize comparadores de preço confiáveis (como Buscapé, Zoom ou Reduza) para monitorar o histórico do produto.
Ação Essencial: Crie alertas de preço nessas plataformas. A IA embutida nesses serviços notifica você apenas quando o preço atinge um patamar realmente vantajoso, evitando que você perca tempo com falsas ofertas.
Estratégia do Consumidor: Defina um preço máximo de antemão. Não compre por impulso apenas porque um valor "caiu"; compre porque ele atingiu o preço justo que você havia planejado.
2. Segurança Digital como Prioridade
A compra deve ser feita em um ambiente seguro, minimizando o risco de phishing e roubo de dados.
Checagem do Endereço: Sempre digite a URL oficial da loja no navegador, em vez de clicar em links de e-mails, anúncios de redes sociais ou WhatsApp. Antes de pagar, verifique se o endereço começa com "https://" e se não há letras trocadas no domínio (como
loojah.com.brem vez deloja.com.br).Reputação: Consulte a reputação da loja em plataformas como o Reclame Aqui e o Site Confiável. Empresas com muitas reclamações não resolvidas devem ser evitadas, independentemente do desconto.
Pagamento Seguro: Prefira cartões virtuais ou plataformas de pagamento seguras. Evite boletos bancários em sites desconhecidos, pois essa modalidade dificulta o estorno em caso de fraude.
3. Otimização da Pesquisa com IA Generativa
Use assistentes de IA (como Gemini, ChatGPT ou Perplexity) para automatizar e aprofundar a sua pesquisa antes mesmo de começar a procurar ofertas.
Sugestão de Prompts: Você pode alimentar a IA com as especificações de um produto desejado e pedir:
"Quais são os prós e contras deste [modelo de TV/celular]? Faça uma análise comparativa com o principal concorrente."
"Qual é a média de preço atualizada para [produto específico] em grandes varejistas brasileiros?"
"Existem cupons de desconto ou newsletters exclusivas para esta marca de eletrodoméstico?"
A IA atua como um consultor pessoal, fornecendo dados técnicos, comparativos de mercado e análises rápidas, permitindo que você tome uma decisão informada, e não impulsiva.
🧠 Para pensar…
A Black Friday de 2025 levanta uma questão essencial que vai além do preço: o que realmente significa "oferta" na era da inteligência artificial?
Se, por um lado, a IA permite que as empresas ajustem seus preços dinamicamente em tempo real, maximizando seus lucros, por outro, ela empodera o consumidor a questionar a autenticidade de cada desconto. O que o consumidor vê como um "desconto de 50%" pode ser, na verdade, um preço sugerido por um algoritmo que analisou a sua propensão a pagar e o preço da concorrência, e não uma redução real da margem.
Esta dinâmica cria um paradoxo: nunca houve tanta informação disponível para provar se um preço é bom, e, ao mesmo tempo, nunca os preços foram tão voláteis e difíceis de rastrear sem a ajuda de ferramentas automatizadas. A tentação do "agora ou nunca" continua forte, mas o consumidor de sucesso é aquele que consegue equilibrar o desejo de aproveitar a oportunidade com a frieza analítica de um algoritmo.
A reflexão que proponho é sobre o verdadeiro valor do consumo. A Black Friday não deve ser vista como uma oportunidade para satisfazer desejos impulsivos, mas sim para materializar um planejamento de compra bem executado. Gastar pouco em algo desnecessário não é economia; é apenas um gasto a menos. Economia real é adquirir, no momento certo e pelo preço justo, um item que já estava em sua lista de necessidades.
O papel da IA no futuro do varejo é irreversível. Ela nos força a elevar nosso nível de discernimento. Se as fraudes estão mais sofisticadas devido à IA, nossa defesa e nossa pesquisa também precisam estar. Portanto, o grande "desconto" que a Black Friday pode oferecer a você é a lição de que o planejamento e a vigilância são as moedas de troca mais valiosas no mercado digital.
📚 Ponto de partida
Para começar sua jornada de compras na Black Friday com o pé direito, é imperativo estabelecer um ponto de partida que garanta foco e segurança. A improvisação é o terreno fértil para a compra por impulso e para a vulnerabilidade a golpes.
1. Lista de Prioridades e Orçamento Fixo
Antes de abrir qualquer site de ofertas, crie uma lista de prioridades rígida. Separe os itens em categorias: "Essencial", "Desejo" e "Substituição".
Ação: Defina um teto de gastos para a lista total e, se possível, um orçamento específico para cada item. Isso ajuda a manter o foco no essencial e a evitar a tentação de gastar o extra que deveria ser destinado a uma necessidade real.
2. Cadastro Antecipado e Newsletters
Não espere o dia oficial da Black Friday para criar contas nas lojas de seu interesse.
Vantagem: O cadastro antecipado em marketplaces e sites de marcas (ex: Amazon, Mercado Livre, Magazine Luiza) agiliza o processo de checkout (o momento final da compra), o que pode ser crucial para garantir um estoque limitado.
Dica: Muitas lojas oferecem descontos exclusivos ou acesso antecipado às ofertas para assinantes de suas newsletters. Use um e-mail secundário para se cadastrar e evitar o spam excessivo, mantendo a caixa principal limpa e focada em comunicações importantes.
3. Preparação das Ferramentas de Defesa
O seu "kit de sobrevivência" digital deve estar pronto antes do início das ofertas.
Instale e Configure: Utilize extensões de navegador de comparadores de preço (como Keepa para Amazon) que mostram o histórico de preços de forma imediata na página do produto.
Verifique a Confiabilidade: Certifique-se de que os aplicativos de compras que você irá usar estão instalados a partir das lojas oficiais (Google Play Store ou Apple App Store) e não por links suspeitos.
Ao seguir esses passos, você transforma a Black Friday de uma caçada frenética em uma missão estratégica, onde o objetivo é claro e as defesas estão ativadas desde o início.
📦 Box informativo 📚 Você sabia?
A ascensão da Inteligência Artificial como ferramenta de consumo marca uma mudança estrutural na forma como o consumidor interage com o varejo. Mas, afinal, o que a IA pode fazer de prático por você na Black Friday, além de comparar preços?
A IA não apenas compara preços, ela interpreta valor.
A IA generativa, como o Gemini do Google, pode ir além de um simples buscador. Ela atua como um curador de informações, processando rapidamente grandes volumes de dados que o consumidor levaria horas para analisar, como:
| Uso da IA na Jornada de Compra | Porcentagem de Usuários (Estudo Money Times) | Descrição do Benefício Prático |
| Comparar preços | 54,6% | Cruza dados em múltiplos varejistas, incluindo custos de frete e prazos, para indicar a real melhor oferta. |
| Esclarecer dúvidas técnicas | 45,4% | Analisa fichas técnicas e manuais de produtos complexos (como eletrônicos) e as traduz em linguagem acessível. |
| Descobrir produtos alternativos | 30,1% | Sugere modelos com especificações e qualidade semelhantes, porém com preços mais acessíveis, otimizando o custo-benefício. |
| Avaliar confiabilidade de marcas | 24,2% | Compila e sumariza avaliações de clientes de diversas plataformas (Reclame Aqui, redes sociais, marketplaces), oferecendo um panorama rápido sobre a reputação. |
| Receber análises de prós e contras | 27,3% | Gera resumos críticos sobre o item desejado, apresentando os pontos fortes e fracos de forma equilibrada. |
Como a IA Generativa Previne o Golpe da Fraude:
Criminosos utilizam a IA para criar sites de phishing perfeitos e textos publicitários que imitam a linguagem de grandes varejistas. Em contrapartida, você pode usar a IA para verificar a autenticidade de um texto ou URL.
Tática: Copie o texto de um e-mail de "oferta imperdível" e pergunte à IA: "Esta comunicação parece ser de uma fonte legítima? Quais características de linguagem ou formatação indicam um possível golpe de phishing?"
Embora a decisão final seja sempre do consumidor, a IA oferece uma camada de análise preditiva e comparativa que, até pouco tempo, só era acessível aos grandes varejistas. Isso democratiza a informação e fortalece o poder de compra consciente.
🗺️ Daqui pra onde?
A Black Friday não é o ponto final, mas sim um catalisador para a sua jornada de educação financeira e digital. Olhando para o futuro, o caminho a seguir deve ser pavimentado com o aprendizado adquirido neste período de intensa atividade comercial.
1. Transformar a Vigilância em Hábito Anual
A disciplina de monitorar preços não pode ser abandonada após o feriado de compras. A volatilidade dos preços é uma constante no varejo digital.
Novo Hábito: Mantenha alertas de preço ativos para produtos de alto valor ou de reposição futura. Isso garante que você não apenas aproveite a Black Friday, mas também qualquer queda de preço fora da curva ao longo do ano.
Meta: O objetivo é ter uma "Black Friday pessoal" sempre que um item atingir o preço justo.
2. Aprofundar o Uso da IA
A IA não se restringe à comparação de preços. Ela é uma ferramenta de gestão de vida digital.
Próximo Passo: Utilize a IA para organizar suas finanças pós-Black Friday. Peça ao assistente para criar uma planilha de monitoramento de gastos com as compras efetuadas, calcular o impacto do parcelamento no orçamento mensal e até sugerir estratégias de investimento para compensar o gasto.
3. Engajamento com a Segurança Contínua
Com os golpes se tornando cada vez mais sofisticados, a educação em segurança digital é uma necessidade permanente.
Ação Proativa: Acompanhe canais e fontes confiáveis de notícias que abordam segurança da informação. Entenda o que são deepfakes, como o Pix pode ser usado em fraudes e quais são os protocolos de segurança que seu banco e as plataformas de pagamento estão utilizando.
O futuro do consumo é mais inteligente, e o poder está nas mãos do consumidor que sabe usar a tecnologia defensivamente. O destino final não é apenas a satisfação com a compra, mas a tranquilidade de saber que o negócio foi justo, a compra foi segura e o planejamento foi executado com maestria.
🌐 Tá na rede, tá oline
"O povo posta, a gente pensa. Tá na rede, tá oline!"
As redes sociais são um termômetro de consumo e um campo de batalha na Black Friday. Elas são, simultaneamente, o principal canal de divulgação de ofertas legítimas e o ponto focal de anúncios fraudulentos. A lógica é simples: o varejo vai onde o consumidor está. E em 2025, o consumidor está cada vez mais engajado com influenciadores digitais e comunidades de ofertas.
Análise do Comportamento: Um relatório da EY-Parthenon aponta que 6 em cada 10 brasileiros já foram influenciados por criadores de conteúdo na decisão de compra. Plataformas como Instagram, TikTok e YouTube se tornaram vitrines de promoções e, por isso, a presença das marcas é massiva.
O Risco da Oferta no Feed: Conforme dados da Reuters, redes sociais como Facebook e Instagram faturaram bilhões com publicidade de produtos duvidosos ou golpes. O anúncio falso é indistinguível de um legítimo para um olho menos treinado. O golpista investe em impulsionamento para alcançar o máximo de pessoas, contando com a pressão psicológica da escassez ("apenas 3 unidades restantes!").
Como se Proteger no Mundo Oline:
Verificação Cruzada: Se você viu uma oferta "imperdível" em uma rede social ou por um influenciador, não clique no link da postagem. Em vez disso, abra o site oficial da loja digitando o endereço no seu navegador e procure a oferta por lá. Se a oferta for real, ela estará no site oficial.
Reputação do Influenciador: Siga apenas perfis de ofertas e influenciadores que têm um histórico comprovado de transparência e que linkam diretamente para sites e cupons verificados.
Comunidades de Consumo: Grupos de Telegram ou WhatsApp podem ser valiosos para identificar descontos reais (verificados por outros usuários). No entanto, são também canais de disseminação de spam e links maliciosos. Use-os com cautela e aplique a regra da verificação cruzada.
A regra de ouro nas redes é: se a oferta exige que você mude a maneira como normalmente compra em um site, desconfie. A conveniência de um clique rápido não vale o risco de uma fraude.
🔗 Âncora do conhecimento
A Black Friday, com sua intensa movimentação de capital e seu forte impacto no mercado, está intrinsecamente ligada ao contexto econômico mais amplo. Se você deseja aprofundar seu entendimento sobre a performance do mercado financeiro e como os indicadores econômicos se comportam em períodos de alta volatilidade e grande volume de transações, é essencial manter-se informado sobre os movimentos da bolsa de valores e outros ativos. Para uma análise detalhada e embasada sobre o desempenho do mercado, com foco nos resultados de grandes players e no Ibovespa, que refletem a saúde da economia e o sentimento do investidor após datas de grande consumo, clique aqui e continue a leitura, explorando o cenário financeiro com rigor e precisão.
Reflexão final
A Black Friday de 2025 nos ensina que a tecnologia é, acima de tudo, uma ferramenta de poder. Ela pode ser usada para enganar e defraudar, ou para capacitar e proteger. O consumidor que emerge vitorioso deste período de ofertas não é aquele que comprou o produto com o maior desconto anunciado, mas sim aquele que utilizou o planejamento, o ceticismo e, crucialmente, a inteligência artificial a seu favor para transformar uma potencial armadilha em uma verdadeira oportunidade. Que este guia sirva não apenas para este ano, mas como um manual permanente de conduta no mercado digital: a informação, quando bem utilizada, é o melhor desconto.
Recursos e fontes em destaque/Bibliografia
Money Times: Guia de Black Friday 2025: como comparar preços, evitar golpes e usar a IA a seu favor.
Disponível em:
https://www.moneytimes.com.br/guia-de-black-friday-2025-como-comparar-precos-evitar-fraudes-e-usar-a-ia-a-seu-favor-isbl/
Forbes Brasil: Black Friday 2025: 7 Táticas para Pagar Menos Sem Cair em Golpes.
Disponível em:
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/11/black-friday-2025-as-melhores-estrategias-para-aproveitar-sem-risco/
CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo): Projeções de vendas para a Black Friday 2025.
Reclame Aqui: Ranking de reclamações e perfil de segurança do consumidor na Black Friday.
ABBC (Associação Brasileira de Bancos): Alerta sobre os principais golpes de Black Friday envolvendo Pix e IA.
CNN Brasil: Como usar a IA para ajudar nas compras de Black Friday.
Disponível em:
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-usar-a-ia-para-ajudar-nas-compras-de-black-friday/
AtlasIntel: Pesquisa Panorama Black Friday 2025: Confiança e Comportamento do Consumidor.
⚖️ Disclaimer Editorial
Este artigo reflete uma análise crítica e opinativa produzida para o Diário do Carlos Santos, com base em informações públicas, reportagens e dados de fontes consideradas confiáveis. O conteúdo visa orientar o leitor para decisões de compra mais seguras e conscientes, mas não constitui aconselhamento financeiro ou jurídico. A responsabilidade pela aplicação das dicas e pela verificação final da segurança de sites e ofertas é integralmente do leitor. Não representa comunicação oficial, nem posicionamento institucional de quaisquer outras empresas ou entidades eventualmente aqui mencionadas.









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